domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Comprei uma Vuvuzela!
Mas não pensem que lá meti as beiças! Não faltava mais nada, do que andar a enfiar a boca em cornos de plástico, inspirados nas canas onde a tribo Ndani enfia… o caralho!
Decidi libertar o antropólogo que há em mim e enfiei a vuvuzela no meu caralho teso. Assim, numa de tentar perceber melhor as vivências daquele povo. Tão bonito que fiquei. Todo nu, só com uma vuvuzela com as cores nacionais enfiada no mastro. O que no fundo, é uma nova forma de desfraldar a bandeira nacional e levar as cores portuguesas (embora já desbotadas) além fronteiras.
Mas ainda gostava de me pôr todo nu com a minha vuvuzela lusa, lá no meio dos Ndani! Aí é que eles iam ver, caralho!
- “A minha vuvuzela é maior do que a vossa caninha!” Ainda me convidavam para chefe da tribo! Criava logo uma nova lei: todos os dias devia ser acordado por uma tipa mamalhuda, que me devia fazer um broche e limpar a vuvuzela!
Em suma, proponho aos homens deste país que deixem de se armar e rabetas, tirem os cornos de plástico dos beiços, enfiem-nos no caralho que ainda ficam com a boca livre para um bom minete! Caso queiram dar continuidade à vossa bichice, podem sempre enfiá-las no cu!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Coucou!
Caras leitoras tesudas e leitores caralhudos, eis o Zé das Cricas regressado. Não numa manhã de nevoeiro com cheiro a orvalho, mas numa tarde soalheira com cheiro a caralho, pós-actividade coital.
Passou-se mais de um mês, desde que privei o mundo blogosfértico de tão refinadas caralhadas e, a minha própria vida não foi mais a mesma. Assim, decidi fazer um novo post, embalado pelo movimento de ancas enquanto fodia uma potranca tesuda. Terminado esse movimento, que culminou num gozo intenso, decidi embalar o teclado do computador e jorrar todo um conjunto de alarvidades na blogosfera.
Muito se especulou por esses bordéis cibernéticos sobre a minha identidade e sobre a possibilidade de Zé das Cricas e Loulou de Lyon serem a mesma pessoa. Pois eu digo que NÃO! Quanto muito, poderemos vir a ser a mesma pessoa no momento em que os nossos corpos se fundirem num acto animal, enquanto nos entregamos a uma qualquer prática de prazer milenar. Mas, para que fique bem claro e não restem quaisquer dúvidas: ZÉ DAS CRICAS E LOULOU DE LYON SÃO PESSOAS DISTINTAS (nos vários sentidos do termo, como é óbvio).
- Loulouzinha sua rameira burguesa, fica um beijinho na pontinha do nariz, sim querida…
Adiante. Não sei se este post terá continuidade. Simplesmente apeteceu-me. Assim, despeço-me com um até já ou um até sempre. Logo se vê…
Tinham saudades, não tinham? Eu também!
domingo, 9 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Era uma vez o fim de um blog ordinário
Zé das Cricas vai finalmente tornar-se numa pessoa séria.
Como tal, este blog tornou-se incompatível com a sua existência.
Este será o último post.
Beijos e Boas fodas!
terça-feira, 4 de maio de 2010
Era uma vez um bolo de chocolate fufinho, fufinho… [não é erro ortográfico, caralho!]
Recentemente fui convidado para o aniversário da Gina. Uma amiga que conheço, já desde os tempos da faculdade.
Foi um jantar agradável, em casa da mãe da Gina, a D. Quecas. Como entrada, cogumelos gratinados com queijo parmesão, a que se seguiu um creme de marisco. Como iguaria principal, os comensais tiveram direito a lombos de salmão com molho de cogumelos e estragão. A refeição não poderia terminar sem o maravilhoso bolo de chocolate, que a D. Quecas faz tão bem e, o qual já tinha tido o privilegio de provar.
A refeição decorreu sem sobressaltos. Estavam todos os nossos amigos em comum, mas havia dois tipos e uma neguinha tesuda (Eliane), a quem eu nunca tinha visto o focinho. A afoita D. Quecas, por certo preocupada com a ausência de descendência proveniente do único fruto das suas fodas matrimoniais, começou a encaminhar a conversa para os casamentos, para os namoros e afins. É certo, que do grupo estamos quase todos solteiros, mas a Gina ficou nitidamente desconfortável, quando a sua progenitora disparou sem piedade, entre duas generosas garfadas do seu bolo de chocolate:
- “Gininha, filha, já estava na hora de te acertares com alguém. A mãe gostava tanto de ver um netinho. Já tens trinta anos filha, está mais do que na hora….”
Ao que a Gina respondeu: “Ainda tenho muito tempo. Na tua altura é que as pessoas se casavam logo. Ainda quero gozar a vida!”
D. Quecas limpando magistralmente as suas beiças carnudas, dispara novamente com um risinho nervoso, ao mesmo tempo que tentava ser engraçada:
- “Oh filha, qualquer dia as pessoas começam a pensar coisas…”
Mas a Gina, com as beiças ainda castanhas do delicioso bolo, retorquiu: “Pensam o quê? Que sou lésbica?!”
A D. Quecas, engasgou-se com um pedaço da doce iguaria e balbuciou: “”Filha, tu nem digas uma coisas dessas. Alguma vez…”
Gina: “Porquê?! Eu era assim tão diferente se gostasse de mulheres?! Pois fica sabendo e, aproveito a ocasião de estarmos todos aqui reunidos para informar que, de facto tenho uma orientação sexual diferente. Sim, sou lésbica!”
A D. Quecas ficou esgazeada! Os seus olhinhos, outrora cintilantes, estavam agora baços pelas lágrimas que tentava a todo custo conter.
- “Oh filha, tu não brinques com essas coisas!” – Dizia a desesperada D. Quecas.
Gina: “Não estou a brincar. Ah e, já agora aproveito para que todos fiquem a conhecer a minha namorada, a Eliane, a minha farrusquinha… [pronto, a parte da farrusquinha já fui eu que inventei].”
A D. Quecas estava petrificada. Só se conseguiam perceber algumas das palavras que saiam da sua boca, agora visivelmente conspurcada por aquele castanhão, proveniente do bolo de chocolate:
- “A minha Gininha… fufa… A minha Gininha… fufa e com uma preta…”
Entretanto desatou tudo num pranto e nós, os restantes amigos, saímos todos de fininho. Foi uma cena surreal, mas hilariante. E lá ficaram a D. Quecas, a Gininha e a sua neguinha tesuda, Eliane. Bom gosto, esta Gininha…
A Gina é minha amiga, continuo a gostar dela na mesma, independentemente das suas escolhas. Mas mesmo sabendo que estamos perante uma situação familiar complicada, não consigo parar de rir, só de recordar o momento! Dava um sketch humorístico, acreditem…
Ps: Para que fique claro, a gerência informa que neste blog-cama ultra-king size, são todos bem-vindos: fufas, paneleirotes, bichas, pretos, brancos, amarelos, cor-de-rosa às riscas and soo on…
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Armar a tenda
Eu, Zé das Cricas, informo todas as leitoras tesudas e os leitores caralhudos que abomino essa prática neolítica, que são os acampamentos.
Gostam? “Humm, que é tão bom dormir no chão! Ai que é tão bom ir tomar banho em balneários! Ui, o que eu gosto de ouvir a bicheza durante a noite ali mesmo ao lado!”
Conseguiram apanhar-me na esparrela uma única vez, já que eu não quis continuar a criticar esta prática, sem conhecimento de causa. Assim sendo, lá fui eu há uns anos com uns amigos, acampar para um parque de campismo em Albufeira. Ora aí está uma mistura explosiva: “Parque de Campismo” e Albufeira”. Dois ingredientes, por si só potencialmente catastróficos, que uma vez combinados se tornam numa calamidade!
Adiante. Alguns dos meus amigos levaram as namoradas e uma delas levou uma amiga. Fêmea em condições. Assim que lhe pus a vista em cima, pensei logo que o caralho do sacrifício não haveria de ser em vão.
Passada a excitação inicial da antevisão da cona húmida, devido ao esforço hercúleo para armar a puta da tenda de lona que eles levavam, só me apetecia era deitar naquele colchão ranhoso e imaginar que estava num Four Seasons.
Isto, até a fêmea tesuda passar por mim, envergando nada mais do que um biquíni brasileiro. Que delicia ao olhar. Aquela pele morena, aqueles cabelos negros, aqueles olhos castanhos onde a pessoa se podia perder. Aí e, no belíssimo par de mamas que ela exibia com orgulho. Se demorámos uma eternidade a armar a puta da tenda, o meu Zezinho encarregou-se com prontidão, de armar a minha tenda em segundos. Aí, nada a fazer, foi esperar que ele sossegasse.
Passámos o dia todo a trocar olhares. À noite ela disse que estava com sede e que ia a um café ali perto comprar alguma coisa para beber. Fui atrás dela, passado algum tempo, com o mesmo pretexto.
Alcancei-a a meio do caminho e convidei-a a passear na praia. Estava uma bela noite de luar. A fêmea envergava uma saia curtinha, que servia apenas para tapar o reduzido biquíni. Estivemos um bocado na conversa e piropo vai, piropo vem, comecei por lhe beijar o pescoço. Ela arrepiou-se. Tinha cócegas, dizia. Eu insistia, à medida que a sentia estremecer. Algum tempo depois enfiei-lhe a mão por baixo da saia. Estava toda molhada, a potranca. Peguei-lhe ao colo, levei-a para trás de uma duna ali ao lado e foi dar largas à imaginação.
Que foda maravilhosa, caralho! A fêmea assim que me viu de tenda armada, tratou logo de abocanhar a verga. E que bem que ela mamava. Nessa noite, foi começar por uma bela canzana e terminar com um belo frango assado.
Durante esse fim-de-semana, ainda pudemos repetir a dose. Digamos que armar a tenda tem as suas vantagens. Ainda assim, não tem as suficientes para me fazer repetir a experiência. Afinal, as fodas foram boas, mas teriam sido ainda melhores na minha cama, em cima da minha carpete ou num qualquer hotel decente, onde em seguida se pudesse tomar um belo banho…
quinta-feira, 29 de abril de 2010
You’ve been a very bad boy. A very, very bad, bad boy Zé!
O Zé portou-se mal no último Post. Não foi amável para com as fêmeas tesudas.
Por isso, merece ser açoitado.
Loulou de Lyon já se ofereceu para o fazer com uma raquete de ténis. Zé está disposto a aceitar a punição de cabeça e caralho erguidos. Entretanto, se alguma das restantes visadas sentir necessidade de extravasar a indignação, contactem a gerência, sim…
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Mulheres letradas precisam-se!
Gosto de uma mulher inteligente. Mas não pensem que basta saber ler e escrever. Para mim, é preciso muito mais…
Grande parte dos universitários apresenta um mau domínio da Língua Portuguesa, não conseguindo muitos deles, interpretar aquilo que lêem. Isso é muito grave e não augura nada de bom para o futuro sexual dos portugueses. Sim, para o futuro sexual do povo. Não tem nada a ver com empregos, índices de desenvolvimento económico ou de literacia. Aqui o que importa, como de resto em tudo, é o sexo!
Às mulheres, não lhes peço que dominem Kant ou Platão. Não preciso que me falem sobre Física Quântica ou Biologia Molecular. Tão-pouco, necessito que dissertem sobre o cubismo de Picasso ou o impressionismo de Monet.
Sistematizando, peço-lhes apenas que saibam ler e, mais importante ainda, interpretar! Já agora, convém também serem capazes de interpretar imagens. Se não, como é que poderemos usufruir plenamente dessa grande obra do fodelhanço intemporal, que é o Kama Sutra?!
PS: antes que me saltem todas em cima, o que poderia não ser necessariamente mau, acusando-me de ser um porco chauvinista, percebam que hoje apeteceu-me… E tenho as minhas razões, caralho!
terça-feira, 27 de abril de 2010
Não pago por sexo!
É pratica instituída na cultura de muitos homens, que têm de ter pelo menos de uma vez, a experiência de ir às putas (com minúscula). Muitas vezes, até a própria iniciação sexual é feita junto destas senhoras isentas de impostos.
Não vou nisso. Tantas Putas (com maiúscula) que há no mundo, muito mais interessantes e gratuitas, para que raio me hei-de eu ir enfiar no meio das pernas dumas putéfias quaisquer?
Caras ou baratas, de beira de estrada ou de luxo, não me interessa. Não pago por sexo, caralho!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
I know what I am…
…I’m a crazy motherfucker, who has been shaking his penduricalho to this sound, in the middle of his living room!
Até que enfim o calor, caralho!
A semana passada era ouvir-me dizer “Fodasse! Que tempo de merda.”
Estava a ver que o calor não chegava. É certo que o Zé das Cricas anda sempre em brasa, mas não chega! Já há uns tempos que me apetecia andar nu pelo campo, pela praia… Ir em pelota nadar no rio, dar umas braçadas no mar…
Mesmo em casa, apesar de dormir sempre nu, a pessoa acorda e tem a tendência de se ir logo vestir, porque durante a noite desliga-se o aquecimento e a casa arrefeceu.
No verão não. Há sempre calor, acorda-se nu e anda-se pela casa à vontade. Tão à vontade, que certo dia, não tivesse eu um grande espelho no hall de entrada onde pude constatar a minha total nudez e, teria aberto com o penduricalho balançando, a porta ao homem da pizza. Ainda se fosse à mulher da pizza…
Já agora. Por que caralho é que não há “a mulher da pizza”?! Assim, até era homem para me distrair de vez em quando…
domingo, 25 de abril de 2010
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