domingo, 21 de novembro de 2010

Quecas: o tubo de escape faz parte da nave espacial

Recentemente conheci na cama, no sofá da sala e na banheira uma potranca com uma cona potente. Musculatura desenvolvida aquela. Obrigou-me a controlar melhor do que nunca a velocidade com que me venho. Acreditem, bastam duas ou três contracções vaginais para levar um homem ao êxtase.
Esta potranca é maravilhosa. Peito de rola farta, cor de leitoazinha bem-criada, pele com a suavidade de uma chinchila … e podia continuar eternamente com as alegorias à fauna.
Contudo, para além do maravilhoso conão que já vos referi, urge salientar o já de si saliente cu. Aquilo não é um cu. É uma nave espacial feita para eu pilotar [e pinocar]!
Cu redondinho, celulite free, suave e cheiroso. Como não há bela sem senão, existe um problema. Não tem nada a ver com os maravilhosos broches que faz, nem com a expressão de prazer que me faz ter vontade de vir só de olhar.
O problema é mais de ordem atmosférica. Em certa queca, estávamos nós debaixo dos lençóis, eu por baixo e ela deitada em cima de mim, numa penetração e num esfrega-esfrega roça-roça maravilhoso e, eis senão quando ela grita:
- Vou-me vir! Força Zé! Mais, vem mais para dentro de mim! Não pares Zé.
Eu, solicito Zé, tratei de me aplicar ainda mais, ao mesmo tempo que me agarrava afincadamente àquele cu delicioso (combinação de palavras estranha eu sei, mas trata-se de um cu maravilhoso. Já vos tinha dito?).
- Zé, estou-me a vir! Haaaaaaaaaaaaaaa!
De repente sinto um calor nas minhas mãos e ouço um tseeeeeeeeeeeeeeee!
O que é isto, caralho? Pensei eu. Querem ver que esta Puta tem ar condicionado ou será ambientador sensível ao toque?
O que é certo é que aquele monumental cu, gerou um monumental peido que me obrigou a remover todas as cobertas, sob pena de se criar tamanho efeito de estufa debaixo daqueles lençóis a ponto de se formar um microclima.
E é este o preço que tenho pago por cada fornicanço com esta potranca, que se peida quando a fornico na cona (se for no cu, já não).
Moral da história: Zé, queres uma potranca com um cu tipo nave espacial? Pois então tens de levar com o tubo de escape!
E viva o metano, caralho!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Zé das Cricas: a caminho da abstinência sexual

Os anos têm passado e que tenho eu feito?
Tenho dado umas valentes fodas, é verdade. Pela frente, por trás, de lado, a fazer o pino… e depois?
Eu, Zé das Cricas, esta mente iluminada de picha sempre inchada questiono-me se tenho evoluído o necessário. Não na arte de enrabar ou de minetar, que essas domino na perfeição. Aliás, modéstia à parte, ainda ontem fiz um minete a uma potranca (um bocado feinha é certo, por isso é que me centrei na cona) que a deixei a relinchar de prazer!
Contudo, a minha dúvida existencial prende-se com isso mesmo: com a existência.
- Terei eu vindo a este mundo apenas para ser uma fonte de prazer?
Tendo em conta o supra referido, estou a pensar enveredar pela abstinência sexual. Pelo menos por uns tempos.
Noto que a minha mente está inteiramente preenchida pelo sexo, pela luxúria e por pensamentos libidinosos. Preciso de fazer uma limpeza, de purificar o meu ser. No fundo, preciso de contactar com a minha essência.
Não, caralho! Não é a minha esporra! Falo da outra essência. Daquilo de que sou feito.
- De que sou feito?
- Quem sou eu?
- Para onde vou?
- A quem vou ligar para me fazer um broche?
A última inquietação está um bocadinho fora do contexto, não? Acho que estes pensamentos deixaram o meu Zézinho a pulsar de tesão. Parece que a abstinência sexual vai ter de esperar…

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Zé das Cricas não tem um interior de gelo!

Zé das Cricas não é apenas uma máquina fornicadora de cricas sedentas de prazer.
Zé das Cricas também tem sentimentos, para além do sentimento de tesão (não é bem um sentimento, mas é um estado bastante predominante).
Para o provar, desta vez não partilharei quecas loucas nem fantasias alucinadas. Estava eu na minha deambulação diária pelo Youtube, quando me deparo com um vídeo da potranca Shakira.
Trata-se de uma musiquinha fofinha, amorozinha, com um vídeo cutchi-cutchi…
Que coisa sensual, caralho! Estranhamente, até roça o bom gosto…

Because of the rain...


Se só têm estado molhadas por causa da chuva que vai caindo, alguma coisa está mal…

domingo, 7 de novembro de 2010

Secura Vaginal

Se dúvidas houvesse, estão prestes a desfazer-se. Zé das Cricas é uma pessoa que pensa e, fá-lo (não confundir com falo) com profundidade (tal como usa o falo).

Então, hoje cheguei a uma conclusão, com base no seguinte:

Tenho uma amiga, perita nos efeitos das hormonas anti-concepcionais. Segundo ela, a quantidade de hormonas contidas nas pílulas, implantes e afins provocam secura vaginal.
Por isso, potrancas tesudas, vos digo:

“Tomar a pílula provoca secura vaginal. Tomar a pila, provoca humidificação”

Façam a vossa escolha!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Só uma pergunta...


Têm levado umas boas fodas ultimamente?

Daquelas de vos fazer latejar as entranhas?
Daquelas de voz fazer gritar genuinamente?
Daquelas do vos humidificar, como se tivesse mergulhado no Amazonas?

Pelo que tenho constactado in loco, acho que não. Ou isso, ou o Zé das Cricas é muito competente....

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eco-queca


Não me perguntem o nome do filme, já que isso não sei. A única imagem que guardo, de mais essa pérola do universo cinematográfico português, restringe-se ao vigoroso abanicar de tetas de uma certa portranca, enquanto fingia dar uma bela cavalgada técnica.
Agora anda armada em ecologista. E fala, fala, fala que se desunha no seu programa televisivo. E faz poses… e faz beicinho. Que chatinha… que fastio… Gostava bem mais da sua antiga versão, mais monossilábica: “Hummm; Ahhhhh”.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Where the fuck is Zé, caralho?

Muitos se têm perguntado por onde tem andado o Zé das Cricas! Reparem até, que têm andado a incomodar a sempre atarefada Loulouzona que, entre fodas, lá vai tentando esclarecer as identidades.

Eu, Zé das Cricas, deveras ocupado, não tenho tido a disponibilidade necessária para continuar esta empreitada. Quem sabe agora com o frio que se aproxima, não volto a satisfazer os meus leitores caralhudos e as minhas leitoras tesudas, sempre ávidos por uma excitaçãozinha blogosférica…

Enquanto isso não acontece, deixo uma lambidela na orelha da leitora tesuda, Helena de Troia. Sempre tive um fraco pela realeza…

domingo, 11 de julho de 2010

sábado, 26 de junho de 2010

Não havendo matéria merecedora de novo post...

... fica uma amostra do que tenho andado a ouvir.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

...

Senza cuore saremmo solo macchine.

Comprei uma Vuvuzela!

Mas não pensem que lá meti as beiças! Não faltava mais nada, do que andar a enfiar a boca em cornos de plástico, inspirados nas canas onde a tribo Ndani enfia… o caralho!
Decidi libertar o antropólogo que há em mim e enfiei a vuvuzela no meu caralho teso. Assim, numa de tentar perceber melhor as vivências daquele povo. Tão bonito que fiquei. Todo nu, só com uma vuvuzela com as cores nacionais enfiada no mastro. O que no fundo, é uma nova forma de desfraldar a bandeira nacional e levar as cores portuguesas (embora já desbotadas) além fronteiras.
Mas ainda gostava de me pôr todo nu com a minha vuvuzela lusa, lá no meio dos Ndani! Aí é que eles iam ver, caralho!
- “A minha vuvuzela é maior do que a vossa caninha!” Ainda me convidavam para chefe da tribo! Criava logo uma nova lei: todos os dias devia ser acordado por uma tipa mamalhuda, que me devia fazer um broche e limpar a vuvuzela!
Em suma, proponho aos homens deste país que deixem de se armar e rabetas, tirem os cornos de plástico dos beiços, enfiem-nos no caralho que ainda ficam com a boca livre para um bom minete! Caso queiram dar continuidade à vossa bichice, podem sempre enfiá-las no cu!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Coucou!

Caras leitoras tesudas e leitores caralhudos, eis o Zé das Cricas regressado. Não numa manhã de nevoeiro com cheiro a orvalho, mas numa tarde soalheira com cheiro a caralho, pós-actividade coital.
Passou-se mais de um mês, desde que privei o mundo blogosfértico de tão refinadas caralhadas e, a minha própria vida não foi mais a mesma. Assim, decidi fazer um novo post, embalado pelo movimento de ancas enquanto fodia uma potranca tesuda. Terminado esse movimento, que culminou num gozo intenso, decidi embalar o teclado do computador e jorrar todo um conjunto de alarvidades na blogosfera.
Muito se especulou por esses bordéis cibernéticos sobre a minha identidade e sobre a possibilidade de Zé das Cricas e Loulou de Lyon serem a mesma pessoa. Pois eu digo que NÃO! Quanto muito, poderemos vir a ser a mesma pessoa no momento em que os nossos corpos se fundirem num acto animal, enquanto nos entregamos a uma qualquer prática de prazer milenar. Mas, para que fique bem claro e não restem quaisquer dúvidas: ZÉ DAS CRICAS E LOULOU DE LYON SÃO PESSOAS DISTINTAS (nos vários sentidos do termo, como é óbvio).
 - Loulouzinha sua rameira burguesa, fica um beijinho na pontinha do nariz, sim querida…
Adiante. Não sei se este post terá continuidade. Simplesmente apeteceu-me. Assim, despeço-me com um até já ou um até sempre. Logo se vê…
Tinham saudades, não tinham? Eu também!

domingo, 9 de maio de 2010

Zé das Cricas pergunta:





quinta-feira, 6 de maio de 2010

Era uma vez o fim de um blog ordinário

Zé das Cricas vai finalmente tornar-se numa pessoa séria.
Como tal, este blog tornou-se incompatível com a sua existência.
Este será o último post.

Beijos e Boas fodas!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Era uma vez um bolo de chocolate fufinho, fufinho… [não é erro ortográfico, caralho!]

Recentemente fui convidado para o aniversário da Gina. Uma amiga que conheço, já desde os tempos da faculdade.
Foi um jantar agradável, em casa da mãe da Gina, a D. Quecas. Como entrada, cogumelos gratinados com queijo parmesão, a que se seguiu um creme de marisco. Como iguaria principal, os comensais tiveram direito a lombos de salmão com molho de cogumelos e estragão. A refeição não poderia terminar sem o maravilhoso bolo de chocolate, que a D. Quecas faz tão bem e, o qual já tinha tido o privilegio de provar.
A refeição decorreu sem sobressaltos. Estavam todos os nossos amigos em comum, mas havia dois tipos e uma neguinha tesuda (Eliane), a quem eu nunca tinha visto o focinho. A afoita D. Quecas, por certo preocupada com a ausência de descendência proveniente do único fruto das suas fodas matrimoniais, começou a encaminhar a conversa para os casamentos, para os namoros e afins. É certo, que do grupo estamos quase todos solteiros, mas a Gina ficou nitidamente desconfortável, quando a sua progenitora disparou sem piedade, entre duas generosas garfadas do seu bolo de chocolate:
- “Gininha, filha, já estava na hora de te acertares com alguém. A mãe gostava tanto de ver um netinho. Já tens trinta anos filha, está mais do que na hora….”
Ao que a Gina respondeu: “Ainda tenho muito tempo. Na tua altura é que as pessoas se casavam logo. Ainda quero gozar a vida!”
D. Quecas limpando magistralmente as suas beiças carnudas, dispara novamente com um risinho nervoso, ao mesmo tempo que tentava ser engraçada:
- “Oh filha, qualquer dia as pessoas começam a pensar coisas…”
Mas a Gina, com as beiças ainda castanhas do delicioso bolo, retorquiu: “Pensam o quê? Que sou lésbica?!”
A D. Quecas, engasgou-se com um pedaço da doce iguaria e balbuciou: “”Filha, tu nem digas uma coisas dessas. Alguma vez…”
Gina: “Porquê?! Eu era assim tão diferente se gostasse de mulheres?! Pois fica sabendo e, aproveito a ocasião de estarmos todos aqui reunidos para informar que, de facto tenho uma orientação sexual diferente. Sim, sou lésbica!”
A D. Quecas ficou esgazeada! Os seus olhinhos, outrora cintilantes, estavam agora baços pelas lágrimas que tentava a todo custo conter.
 - “Oh filha, tu não brinques com essas coisas!” – Dizia a desesperada D. Quecas.
Gina: “Não estou a brincar. Ah e, já agora aproveito para que todos fiquem a conhecer a minha namorada, a Eliane, a minha farrusquinha… [pronto, a parte da farrusquinha já fui eu que inventei].”
A D. Quecas estava petrificada. Só se conseguiam perceber algumas das palavras que saiam da sua boca, agora visivelmente conspurcada por aquele castanhão, proveniente do bolo de chocolate:
- “A minha Gininha… fufa… A minha Gininha… fufa e com uma preta…”
Entretanto desatou tudo num pranto e nós, os restantes amigos, saímos todos de fininho. Foi uma cena surreal, mas hilariante. E lá ficaram a D. Quecas, a Gininha e a sua neguinha tesuda, Eliane. Bom gosto, esta Gininha…
A Gina é minha amiga, continuo a gostar dela na mesma, independentemente das suas escolhas. Mas mesmo sabendo que estamos perante uma situação familiar complicada, não consigo parar de rir, só de recordar o momento! Dava um sketch humorístico, acreditem…

Ps: Para que fique claro, a gerência informa que neste blog-cama ultra-king size, são todos bem-vindos: fufas, paneleirotes, bichas, pretos, brancos, amarelos, cor-de-rosa às riscas and soo on…

segunda-feira, 3 de maio de 2010

The Cougar Attack!


Aos 51 anos e mesmo com algum Photoshop à mistura, eu ia lá! Se ia!

domingo, 2 de maio de 2010

Ainda sobre a outra noite...

A noite estava fresca, mas nós estávamos muito quentes…

sábado, 1 de maio de 2010